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sexta-feira, 9 de novembro de 2007
domingo, 7 de outubro de 2007
Noite Precária no Grémio
Não, não é mais um crédito bancário.
É só uma festa, um debate, uma reunião, um jogo de cintura. É só um treino para a luta contra a precariedade e os seus abusos.
É a Noite Precária, organizada pelos precári@s-inflexíveis.
A 12 de Outubro, em Lisboa, no Grémio Lisbonense (ao Rossio).
A partir das 21:30.
Com música de Pedro e Diana e outros relatos e sons do precariado. Com debate aberto e a presença de artistas convidados do FERVE, ABIC, SINTTAV, Intermitentes do Espectáculo e ]movE[, entre outros.
E os ministros e patrões que quiserem aparecer.
o precariado está a acordar por aqui
terça-feira, 12 de junho de 2007
Texto do ]move[ sobre o novo Regime Jurídico para as Instituições do Ensino Superior
O ]MOVE[ quer ser um movimento aberto. Porque acredita que é possível outra vida na Escola. Porque vê na Escola um espaço onde nascem e se discutem novas ideias. Porque espera da Escola mais do que uma rotina onde se aprende e ensina. Porque sabe que é possível juntar pessoas para fazer de outras formas. Porque recusa a "inevitabilidade" de uma Escola onde a tecnocracia vence a vida.
Assim começa uma época de exames, com um novo Regime Jurídico para as Instituições do Ensino Superior em discussão. Como sempre em tempo oportuno como nos diz a nossa memória... Por ser um regime que muito quer mudar, e por ser importante começar a pensar no que fazer, o ]movE[ partilha contigo a reflexão interna que tem vindo a fazer sobre este tema e outros que vêm atrás.
Diz a nossa Constituição que o Ensino deve ser tendencialmente gratuito, mas o que vemos é exactamente o contrário. Com Bolonha, que vem reformar o ensino, as propinas também sobem, as empresas entram-nos pela Escola adentro com a desculpa do mecenato e os bancos vêm emprestar a sua boa vontade para acabarmos o curso. Com este RJIES a privatização vem ser confirmada sem o mínimo de vergonha, a malta e a Constituição que se lixem. Nós que nos encontramos no limbo de todo o processo de mudança temos de escolher, e concerteza avisar toda a gente que assim não dá.
Constituição da República Portuguesa Artigo 74.º (Ensino)
2. Na realização da política de ensino incumbe ao Estado:
e) Estabelecer progressivamente a gratuitidade de todos os graus de ensino;
No limbo do processo
No limbo. Encontramo-nos naquele ponto em que as conquistas feitas no passado estão à beira de ser esmagadas pela ideologia dominante que quer tornar tudo uma mercadoria, até o conhecimento. E nós vamos ter um papel determinante para apontar o que se passa e fazer para que essas reformas sejam questionadas e paradas se feitas desta forma. Bolonha é andar para trás
"O QUE FAZ FALTA É AVISAR A MALTA", o novo Regime jurídico do Ensino Superior
O novo Regime do Ensino Superior é o passo final para a privatização das Escolas. (...) Este novo regime jurídico foi discutido na última RGA do I.S.A. que decorreu no dia 29 de Maio. A AEISA apresentou uma moção sobre o tão referido Regime, que seria uma opinião dos alunos sobre o assunto. Esta moção via-se, mesmo sem óculos, que vinha de um outro órgão seu superior, uma Académica, que parece pelo escrito dominada por Jotinhas do PS, PSD e PP.
Regime 'Fatídico' para as Instituições do Ensino Superior?
No final de um ano lectivo, quando começam os exames e acabam as aulas, quando os estudantes estudam e têm menor capacidade de mobilização chegam as respostas a algumas perguntas que já vinham a ser anunciadas há algum tempo sob a forma de um novo Regime Jurídico das Instituições de Ensino Superior (RJIES).
O Público [é] alvo
A privatização do Ensino Superior é um cefalópode. A coroa de tentáculos está cheia de apêndices não segmentados que a alimentam e tornam possível. O mercado tem vindo a ocupar as Escolas sob variados termos. Já habituados aos patrocínios - e mesmo posse - das semanas académicas, às festas para os estudantes, aos pacotes de viagens para finalistas, à imagem mercantil do estudante trajado... é fácil não estranhar o percurso que daí é feito.
O eterno Desclarecido
Os esclarecimentos começam há um ano atrás. É então início de Primavera e as cabeças começam a borbulhar com tanta incerteza sobre os seus futuros (já dizia Eliot: "Abril é o mês mais cruel de todos os meses"). Ouve-se por aí que <<é urgente>>, não podemos fugir dele nem dos seus efeitos, não podemos atrasar ou adiar o inevitável Processo de Bolonha.
A Escola, os estudantes e a memória
A memória é, portanto, bastante diferente da tradição, da saudade ou da nostalgia. É um instrumento que ajuda a compreender o presente, a saber que existem possibilidades e a construí-las, a excluir erros e a entrever o futuro.
Convidamos-te por fim a deixares o teu comentário e a partilhares connosco a tua opinião.-- ]
]movE[ movimento Aberto por outra vida na Escola
Assim começa uma época de exames, com um novo Regime Jurídico para as Instituições do Ensino Superior em discussão. Como sempre em tempo oportuno como nos diz a nossa memória... Por ser um regime que muito quer mudar, e por ser importante começar a pensar no que fazer, o ]movE[ partilha contigo a reflexão interna que tem vindo a fazer sobre este tema e outros que vêm atrás.
Diz a nossa Constituição que o Ensino deve ser tendencialmente gratuito, mas o que vemos é exactamente o contrário. Com Bolonha, que vem reformar o ensino, as propinas também sobem, as empresas entram-nos pela Escola adentro com a desculpa do mecenato e os bancos vêm emprestar a sua boa vontade para acabarmos o curso. Com este RJIES a privatização vem ser confirmada sem o mínimo de vergonha, a malta e a Constituição que se lixem. Nós que nos encontramos no limbo de todo o processo de mudança temos de escolher, e concerteza avisar toda a gente que assim não dá.
Constituição da República Portuguesa Artigo 74.º (Ensino)
2. Na realização da política de ensino incumbe ao Estado:
e) Estabelecer progressivamente a gratuitidade de todos os graus de ensino;
No limbo do processo
No limbo. Encontramo-nos naquele ponto em que as conquistas feitas no passado estão à beira de ser esmagadas pela ideologia dominante que quer tornar tudo uma mercadoria, até o conhecimento. E nós vamos ter um papel determinante para apontar o que se passa e fazer para que essas reformas sejam questionadas e paradas se feitas desta forma. Bolonha é andar para trás
"O QUE FAZ FALTA É AVISAR A MALTA", o novo Regime jurídico do Ensino Superior
O novo Regime do Ensino Superior é o passo final para a privatização das Escolas. (...) Este novo regime jurídico foi discutido na última RGA do I.S.A. que decorreu no dia 29 de Maio. A AEISA apresentou uma moção sobre o tão referido Regime, que seria uma opinião dos alunos sobre o assunto. Esta moção via-se, mesmo sem óculos, que vinha de um outro órgão seu superior, uma Académica, que parece pelo escrito dominada por Jotinhas do PS, PSD e PP.
Regime 'Fatídico' para as Instituições do Ensino Superior?
No final de um ano lectivo, quando começam os exames e acabam as aulas, quando os estudantes estudam e têm menor capacidade de mobilização chegam as respostas a algumas perguntas que já vinham a ser anunciadas há algum tempo sob a forma de um novo Regime Jurídico das Instituições de Ensino Superior (RJIES).
O Público [é] alvo
A privatização do Ensino Superior é um cefalópode. A coroa de tentáculos está cheia de apêndices não segmentados que a alimentam e tornam possível. O mercado tem vindo a ocupar as Escolas sob variados termos. Já habituados aos patrocínios - e mesmo posse - das semanas académicas, às festas para os estudantes, aos pacotes de viagens para finalistas, à imagem mercantil do estudante trajado... é fácil não estranhar o percurso que daí é feito.
O eterno Desclarecido
Os esclarecimentos começam há um ano atrás. É então início de Primavera e as cabeças começam a borbulhar com tanta incerteza sobre os seus futuros (já dizia Eliot: "Abril é o mês mais cruel de todos os meses"). Ouve-se por aí que <<é urgente>>, não podemos fugir dele nem dos seus efeitos, não podemos atrasar ou adiar o inevitável Processo de Bolonha.
A Escola, os estudantes e a memória
A memória é, portanto, bastante diferente da tradição, da saudade ou da nostalgia. É um instrumento que ajuda a compreender o presente, a saber que existem possibilidades e a construí-las, a excluir erros e a entrever o futuro.
Convidamos-te por fim a deixares o teu comentário e a partilhares connosco a tua opinião.-- ]
]movE[ movimento Aberto por outra vida na Escola
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